{"id":2185,"date":"2022-06-06T21:37:36","date_gmt":"2022-06-06T21:37:36","guid":{"rendered":"https:\/\/carlotas.org\/bra\/?p=2185"},"modified":"2023-06-28T21:39:54","modified_gmt":"2023-06-28T21:39:54","slug":"carta-a-escola-da-minha-filha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carlotas.org\/bra\/carta-a-escola-da-minha-filha\/","title":{"rendered":"Carta \u00e0 escola da minha filha"},"content":{"rendered":"<p>O momento para o qual eu vinha tentando me preparar h\u00e1 tanto tempo chegou. E, apesar de ter imaginado esse cen\u00e1rio mentalmente centenas de vezes nos \u00faltimos oito anos, ainda n\u00e3o me sinto pronta. Mas as crian\u00e7as n\u00e3o nos esperam para amadurecer. V\u00e3o para a cama \u00e0 noite pedindo que a porta fique entreaberta com medo da escurid\u00e3o e acordam crescidas, vivendo situa\u00e7\u00f5es das quais gostar\u00edamos de poup\u00e1-las.<\/p>\n<p>Acredito que como m\u00e3es e pais precisamos estar sempre um passo \u00e0 frente, abrindo caminho pela densa selva cheia de perigos e maravilhas que \u00e9 a vida, de modo a garantir que nossos filhos pisem em solo seguro. E \u00e9 isso o que fa\u00e7o agora, propondo essa conversa.<\/p>\n<p>Precisamos falar sobre a <span style=\"background-color: #333399;\">ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas antirracistas<\/span> dentro do ambiente escolar. Mais do que isso, gostaria de propor um di\u00e1logo sobre solu\u00e7\u00f5es que possam blindar todo esse ecossistema composto por professores, alunos, funcion\u00e1rios e familiares contra (muitas vezes expl\u00edcitas) agress\u00f5es que nos distanciam mais e mais do ideal de equidade racial.<\/p>\n<p>Dia 11 de maio, depois de voltar da escola, minha filha contou que aprendeu sobre \u201cra\u00e7a\u201d, a partir das p\u00e1ginas do livro \u201cInterpreta\u00e7\u00e3o de Texto 3\u201d, de William Cereja e Ciley Cleto, publicado pela Atual Editora. Na hora me lembrei de como eram os meus livros no terceiro ano do ensino fundamental, especialmente quando se tratava de etnia, ra\u00e7a e hist\u00f3ria do Brasil. N\u00e3o tinha ningu\u00e9m ali para me repetir as palavras da educadora Makota Valdina de que n\u00e3o sou descendente de escravos. Sou descendente de povos que foram escravizados. \u201cNada de projetar na sua filha os seus traumas\u201d, foi a \u00fanica voz que me soou internamente. Afinal, se trata dela, n\u00e3o de mim.<\/p>\n<p>Fui conduzindo a conversa para entender como ela se sentiu. Percebo o desconforto ao falar do assunto. Desconversa, volta a falar, at\u00e9 que diz ter sido questionada por uma colega: \u201cvoc\u00ea n\u00e3o \u00e9 negra?\u201d A resposta: \u201ceu sou parda, baby\u201d. Ela usa o humor como defesa. Teria se sentido atacada? Sil\u00eancio.<\/p>\n<p>A \u00fanica p\u00e1gina entre as 144 do livro que trata de <span style=\"background-color: #333399;\">inclus\u00e3o racial<\/span> parte de uma vis\u00e3o condescendente ao apresentar o quadro \u201cCresce a parcela de brasileiros que diz j\u00e1 ter sofrido algum preconceito\u201d. Entre as perguntas do exerc\u00edcio era preciso responder quem mais sofre discrimina\u00e7\u00e3o no Brasil. Os negros. Fim. Fim da possibilidade de apresentar minimamente o contexto que nos trouxe ao cen\u00e1rio atual. Fim da chance de n\u00e3o deixar como \u00fanica apresenta\u00e7\u00e3o de \u201cra\u00e7a\u201d o fato de que o povo negro \u00e9 inferiorizado sistem\u00e1tica e estruturalmente. At\u00e9 onde poder\u00edamos ter levado essa conversa para que as crian\u00e7as n\u00e3o precisassem fazer suposi\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>Ora, se ser negro no Brasil \u00e9 sofrer, eu \u00e9 que n\u00e3o quero ser negra. Esse \u00e9 s\u00f3 um dos pensamentos l\u00f3gicos sequenciais. Isoladamente, essa p\u00e1gina \u00e9 inofensiva. Acrescente \u00e0 cena a capa desse livro, onde uma menina negra, sozinha, descal\u00e7a e com os cabelos desgrenhados \u00e9 a protagonista (tente comparar com todas as demais capas da mesma linha editorial com crian\u00e7as n\u00e3o negras em atividades art\u00edsticas, com amigos, tendo sua criatividade e intelectualidade exaltada para compreender a problem\u00e1tica desse retrato) e come\u00e7aremos a avistar a base desse iceberg. Indo al\u00e9m, de todas as fotos dentro do livro somente s\u00e3o retratadas crian\u00e7as pardas e pretas em notas sobre trabalho infantil, preconceito e racismo. N\u00e3o h\u00e1, portanto, a naturaliza\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a negra a n\u00e3o ser em um contexto de priva\u00e7\u00e3o, dor e subservi\u00eancia.<\/p>\n<h3>Como permitir que as crian\u00e7as cres\u00e7am cientes da falsa positividade da p\u00e1gina 38 que atesta \u201cVoc\u00ea j\u00e1 reparou como tudo na natureza \u00e9 \u00fanico? (\u2026) Por que os seres humanos teriam que ser todos iguais?\u201d quando a mensagem lida, ouvida e assimilada em todas as demais linhas, literais e metaf\u00f3ricas, \u00e9 de que a diferen\u00e7a deles os coloca em um lugar inferior?<\/h3>\n<p>Quisera eu que viv\u00eassemos em um mundo ut\u00f3pico onde saber que nome tem a sua cor n\u00e3o fosse importante. Provavelmente nesse universo ela n\u00e3o teria sido chamada nem de moreninha, nem de escurinha ou parda, nem de negra nem de branca. Trabalhar a autoestima dela, portanto, mesmo quando n\u00e3o tenho sucesso, \u00e9 minha especialidade. \u201cVoc\u00ea sabe que ser chamada de negra n\u00e3o \u00e9 ruim, certo? Sabia que nos EUA ou voc\u00ea \u00e9 branco ou n\u00e3o \u00e9? Voc\u00ea pode se declarar como desejar, ok? Ser\u00e1 que voc\u00ea \u00e9 mais pr\u00f3xima de uma crian\u00e7a branca ou uma crian\u00e7a negra? Voc\u00ea se acha negra?\u201d. Foram tantas perguntas feitas por mim, antecipando poss\u00edveis pr\u00f3ximas cenas em aula que pude sentir sua cabe\u00e7a dar voltas de forma vertiginosa.<\/p>\n<p>Para uma pessoa branca, esse teatro quase circense pode ser considerado desnecess\u00e1rio. Para uma pessoa negra, informa\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o s\u00e3o algumas das poucas armas contra o <span style=\"background-color: #333399;\">racismo<\/span>. Racismo esse que come\u00e7a assim que se inicia a fala. Que interfere na forma como as crian\u00e7as escolhem seus pares e, futuramente, no modo como se relacionam ou n\u00e3o com pessoas de grupos \u00e9tnicos distintos.<\/p>\n<p>Gostaria eu que o momento dessa conversa chegasse s\u00f3 aos 15 anos, ou sequer existisse. Acontece que n\u00e3o falar a respeito de discrimina\u00e7\u00e3o n\u00e3o torna as coisas mais simples. Pelo contr\u00e1rio, possibilita que crian\u00e7as (e adultos) fa\u00e7am suposi\u00e7\u00f5es infundadas e perigosas uns sobre os outros.<\/p>\n<h3>Voltando \u00e0 sala de aula, minha filha j\u00e1 relatou que se sente incomodada quando o assunto \u00e9 escravismo, racismo e ra\u00e7a. E eu me pergunto de que forma os educadores poderiam atuar para que isso n\u00e3o ocorresse? Qual o aporte te\u00f3rico de quem det\u00e9m a fala e traz luz para essas quest\u00f5es? A historiadora Ana Cristina Juvenal disse: \u201c\u00c9 preciso nos engajarmos na luta pol\u00edtica para oferecer uma educa\u00e7\u00e3o \u00e0s crian\u00e7as e jovens. Precisamos ensinar que eles n\u00e3o t\u00eam que sentir vergonha e nem sofrerem por ter no corpo a pele negra\u201d. Concordo.<\/h3>\n<p>O que proponho n\u00e3o \u00e9 banir o livro. Isso seria o mesmo que descobrir que um pirulito provocou c\u00e1rie e jogar fora o doce em vez de tratar o dente. Precisamos uma melhor aplica\u00e7\u00e3o da lei 10.639 e vigil\u00e2ncia para que a forma como a hist\u00f3ria do povo negro \u00e9 contada seja revista. Estamos acostumados a reproduzir a vis\u00e3o euroc\u00eantrica, que nunca foi conveniente a ningu\u00e9m, a n\u00e3o ser aos privilegiados pelo <span style=\"background-color: #333399;\">racismo estrutural.<\/span><\/p>\n<p>Em casa converso com ela sobre os reinos africanos, sobre o fato de que Cle\u00f3patra poder ter sido negra (embora retratada como inquestionavelmente branca), sobre a \u00c1frica ser um continente t\u00e3o vasto, mas tristemente reduzido a sua estonteante fauna e flora. Conto que o continente africano abriga uma das universidades mais bem conceituada do mundo, que tem os melhores atletas de corrida, converso sobre os pr\u00e9dios alt\u00edssimos da \u00c1frica do Sul e sobre a beleza da moda em Lagos, na Nig\u00e9ria.<\/p>\n<p>Falo com ela sobre a escritora Chimamanda Ngozi Adichie, mas tamb\u00e9m sobre Djamila Ribeiro e Grada Kilomba, falamos sobre a Beyonc\u00e8, Elza Soares e Iza, sobre Neymar ter se descoberto negro, sobre termos tido um dos melhores jogadores de futebol do mundo e ele ser negro tamb\u00e9m, conversamos sobre LeBron James, o melhor da NBA, sobre Lewis Hamilton, grande campe\u00e3o da f\u00f3rmula 1, sobre a cientista Jaqueline Goes, mulher negra coordenadora da equipe que sequenciou o genome do v\u00edrus SARS-CoV-2 apenas 48 horas ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o do primeiro caso de COVID-19 no Brasil e sobre o fato das pessoas n\u00e3o falarem a respeito deles, deixando de enaltecer o fato de serem todos negros e verdadeiros campe\u00f5es.<\/p>\n<h3>Sugiro que todas essas refer\u00eancias positivas possam brilhar. E que falem tamb\u00e9m sobre os algozes. Sobre quem se beneficia com o povo \u201cque mais sofre preconceito no Brasil\u201d e a que custo. Esses, sim, deveriam se sentir constrangidos, envergonhados nas aulas de Hist\u00f3ria. Questionem a forma como nosso passado foi escrito e como ele vem sendo contado. Perguntem aos funcion\u00e1rios do col\u00e9gio se eles j\u00e1 sofreram ou testemunharam algum tipo de comportamento racista. N\u00e3o relativizem piadas, brincadeiras, agress\u00f5es preconceituosas e degradantes nem as classifique-as como bullying. Ajudem coordenadores a identificarem essa situa\u00e7\u00e3o e agir a respeito. Atualizem o corpo acad\u00eamico para que pessoas negras estejam em posi\u00e7\u00f5es de influ\u00eancia e tomada de decis\u00f5es. Proponham oficinas com historiadores negros para que tenham uma vis\u00e3o decolonial do Brasil e do Mundo.<\/h3>\n<p>Solicitem consultoria especializada para a contrata\u00e7\u00e3o de profissionais negros nas \u00e1reas educacionais e administrativas (e, acreditem, eles existem). Se organizem para a cria\u00e7\u00e3o de um comit\u00ea Antirracista onde den\u00fancias de alunos possam ser feitas e pais com sugest\u00f5es para uma escola afirmativa possam ser ouvidos. Criem um protocolo sobre como agir imediatamente em caso de racismo. Convidem jovens personalidades negras brilhantes para falarem al\u00e9m da pauta racial, mas tamb\u00e9m sobre elas. Deem fim a esse sil\u00eancio ensurdecedor. Porque ele adoece.<\/p>\n<p>Uma mat\u00e9ria da BBC afirmou, ao apresentar um estudo feito pelo Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard, que epis\u00f3dios di\u00e1rios de racismo, desde ser alvo de preconceito at\u00e9 assistir a casos de viol\u00eancia sofridos por outras pessoas da mesma ra\u00e7a, t\u00eam um <span style=\"background-color: #333399;\">efeito \u00e0s vezes &#8220;invis\u00edvel&#8221;<\/span>, mas duradouro e cruel sobre a sa\u00fade, o corpo e o c\u00e9rebro de crian\u00e7as. Tudo o que n\u00e3o desejamos para nossos futuros l\u00edderes.<\/p>\n<p>N\u00e3o deixemos que isso ocorra para ent\u00e3o reagirmos. Sejamos, n\u00f3s, agentes dessa ben\u00e9fica mudan\u00e7a. Essa n\u00e3o \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o exclusivamente minha ou pautada unicamente pela minha viv\u00eancia. Sem pessoas brancas n\u00e3o haveria racismo. Por isso precisamos dela para dissolv\u00ea-lo.<\/p>\n<p>De forma muito despretenciosa, perguntei entre amigos com filhos em idade escolar e matriculados em institui\u00e7\u00f5es de ensino privado se eles conheciam escolas atuantes na luta antirracista. De 25 respostas, sete indicaram localidades. Sendo Nelson Mandela, escola p\u00fablica de S\u00e3o Paulo e Maria Felipa, em Salvador, citada por tr\u00eas deles. Entre as particulares: Inotavi, em Valinhos e M\u00f3dulo, em S\u00e3o Paulo, ainda que n\u00e3o soubessem pontuar exatamente como eram atuantes. Em contrapartida, todos se mostraram interessados em mudar esse cen\u00e1rio constrangidos por n\u00e3o questionarem os col\u00e9gios de seus filhos, mas confiantes de que temos esse poder de mudan\u00e7a.<\/p>\n<h3>Uma busca r\u00e1pida no Google confirmou \u201cUma em cada 10 escolas privadas n\u00e3o tem nenhum professor negro\u201d, deu na Folha de SP. \u201cEscolas privadas de S\u00e3o Paulo silenciam quando o assunto s\u00e3o alunos e professores negros\u201d, saiu no El Pa\u00eds. Mas j\u00e1 existe um movimento vindo com os ventos de mudan\u00e7a: \u201cMovimento de Escolas Antirracistas come\u00e7a ano letivo com mais negros nos col\u00e9gios\u201d, declarou o Estado de S\u00e3o Paulo e \u201cEscolas de elite querem desnaturalizar o racismo\u201d, li na Revista Educa\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n<p>Eu, particularmente, termino essa carta otimista. Considero a escola uma extens\u00e3o da nossa casa. Um espa\u00e7o formado por pessoas incr\u00edveis, profissionais gentis, emp\u00e1ticos e, acima de tudo, profissionalmente preparados. Me coloco \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para, como m\u00e3e e estudiosa das rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais, conversar com mais membros da coordena\u00e7\u00e3o em busca de solu\u00e7\u00f5es para aplica\u00e7\u00e3o dessa melhoria urgente e fundamental.<\/p>\n<p>A voc\u00eas, da escola onde j\u00e1 constru\u00edmos tantas boas lembran\u00e7as e que, acredito, ser\u00e1 sempre lugar seguro para as crian\u00e7as, pe\u00e7o que comecemos a agir agora. A escolha de como seremos lembrados est\u00e1 ao nosso alcance.<\/p>\n<p>Estaremos nas not\u00edcias como pais da gera\u00e7\u00e3o que foi omissa na forma\u00e7\u00e3o de jovens conscientes das armadilhas do racismo estrutural, como testemunhas de crimes racistas contra crian\u00e7as, a exemplo da estudante franco-brasileira, alvo de coment\u00e1rios racistas por parte dos colegas da escola particular de elite carioca onde estudava e que foi tema de todas as emissoras de TV?<\/p>\n<p>Ou seremos reconhecidos por ser uma das primeiras escolas do Brasil a implementar uma campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o em prol da <span style=\"background-color: #333399;\">equidade e inclus\u00e3o racial<\/span> com metas cujo impacto possa ser mensurado? A pergunta parece ret\u00f3rica, mas eu verdadeiramente anseio pela resposta.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lunetas.com.br\/e-na-escola-que-acontecem-as-primeiras-experiencias-de-racismo\/\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">\u00c9 na escola que acontecem as primeiras experi\u00eancias de racismo.<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2020-06-22\/escolas-privadas-de-sao-paulo-silenciam-quando-o-assunto-sao-alunos-e-professores-negros.html\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Escolas privadas de S\u00e3o Paulo silenciam quando o assunto s\u00e3o alunos e professores negros.<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistaeducacao.com.br\/2021\/02\/25\/escolas-desnaturalizar-racismo\/\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Escolas de elite querem desnaturalizar o racismo.<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/2020\/09\/1-em-cada-10-escolas-privadas-de-sp-nao-tem-nenhum-professor-negro.shtml\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Uma em cada 10 escolas privadas de S\u00e3o Paulo n\u00e3o tem nenhum professor negro<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/emais.estadao.com.br\/blogs\/kids\/movimento-de-escolas-antirracistas-comeca-ano-letivo-com-mais-negros-nos-colegios\/\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Movimento de escolas antirracistas come\u00e7a o ano letivo com mais negros no col\u00e9gio.<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-55239798\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">4 impactos do racismo no c\u00e9rebro das crian\u00e7as.<\/ins><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rj\/rio-de-janeiro\/noticia\/2020\/05\/20\/estudante-e-vitima-de-racismo-em-troca-de-mensagens-de-alunos-de-escola-particular-da-zona-sul-do-rio.ghtml\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Estudante \u00e9 v\u00edtima de racismo em troca de mensagens de alunos de escola particular da Zona Sul do Rio.<\/ins><\/a><\/p>\n<p>Ilustra\u00e7\u00e3o da capa: <a href=\"https:\/\/www.behance.net\/garabat-os\"><ins datetime=\"2023-06-28T21:30:37+00:00\">Alexandra Guanique<\/ins><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O momento para o qual eu vinha tentando me preparar h\u00e1 tanto tempo chegou. 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