momentos do mês que merecem destaque

Estamos chegando ao fim de mais um ciclo do nosso querido Programa ExploreCarlotas, agora parte do Instituto Carlotas nas escolas.

Neste  mês de novembro finalizamos nossas conversas da mesma forma que começamos, ou seja, dialogando com as gestões escolares. Trouxemos a atividade que fizemos no início do ano com cada escola e pedimos para que elas refletissem sobre os pontos trazidos em março, avaliando se houve transformações e como elas reverberaram na escola. Além disso, perguntamos de que forma Carlotas impactou o fazer na educação, as relações e a construção do ambiente escolar.

Recorte do slide usado na conversa.

Compartilhamos aqui algumas frases que escutamos nesses encontros:

“O bem estar da criança é o centro do processo.”

“Carlotas é arte na forma de acolhimento.”

“O encontro sobre CNV (Comunicação Não Violenta) foi o mais marcante para o grupo”.

“Quando temos os encontros com Carlotas, nunca saímos da mesma maneira que entramos.”

“Queremos criar crianças potentes, então precisamos de profissionais potentes”.

“Carlotas faz a diferença na questão do valor humano, de cada um olhar para si mesmo e para as práticas que transformam o olhar dos professores de uma forma leve, mesmo com temáticas difíceis”.

“Carlotas trouxe um despertar de verdade para a empatia. Estamos ouvindo a palavra empatia e referência ao trabalho de vocês vindo das próprias famílias. Isso é incrível!”

Outro ponto que merece destaque esse mês foi o encontro com os responsáveis de estudantes com deficiência na sala de recursos multifuncionais da escola Espaço de Bitita. Não são todas as escolas que possuem esse espaço. As salas são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos com o objetivo de ofertar atendimento educacional especializado eliminando barreiras para a plena participação dos alunos e alunas. Nosso objetivo foi dialogar sobre saúde emocional e autocuidado com os pais e responsáveis.

É fundamental considerar que famílias e educadores que cuidam de crianças e adolescentes com deficiência e/ou neuroatípicos(as) precisam dedicar atenção especial à sua saúde emocional e à prática do autocuidado. Ao fortalecer sua saúde emocional e praticar o autocuidado, essas famílias não apenas melhoram seu próprio bem-estar, mas também estão mais capacitadas para oferecer o suporte necessário às crianças e adolescentes, promovendo um ambiente familiar mais saudável e equilibrado.

Terminamos novembro destacando os encontros que fizemos com estudantes dos 3ºs e 6ºs anos da EMEF Chiquinha Rodrigues, estudantes do 7ºs e 8ºs anos da EE Rosa Inês Bornia Moreira e estudantes do Ensino Médio da EMEFM Linneu Prestes. Com os estudantes do Ensino Fundamental I, conversamos muito sobre os combinados da turma e como eles refletem em nossa convivência. Além disso, dialogamos sobre as emoções e como cada uma reage no nosso corpo. A partir daí, pedimos que representassem por meio de um desenho ou arte a emoção que mais sentem Já com os estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, abrimos um espaço seguro para dialogar sobre nossas ações através do jogo das violências, onde pontuamos sobre violência doméstica, racismo, capacitismo, machismo, violência psicológica, bullying, entre outras.

Terminamos esse ciclo perguntando o que faz cada um se sentir seguro(a) nos espaços de convivência e como podemos ter relações mais respeitosas dentro e fora da escola.

Imagem das cartas do Jogo sobre Violências

Além de todo esse movimento, finalizamos o projeto “Um por todos e todos por um” da EMEF Marechal Bittencourt (foto principal). Dessa vez, fomos convidadas para a apresentação dos estudantes que abordaram, com base nos personagens de Carlotas, alguns temas como: meio ambiente, sustentabilidade, alimentação saudável, bullying e respeito.

Para saber mais sobre esse projeto, acesse o texto aqui: UM POR TODOS, TODOS POR UM! Conheça esse projeto

Foram muitos os desafios para que conseguíssemos juntamente com cada escola parceira cumprir nossa proposta este ano.

Agradecemos por cada encontro realizado. Aprendemos muito com vocês!


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Por meio de vivências artísticas e provocações lúdicas, tornamos visíveis os atalhos mentais que todos carregamos. Em diálogo facilitado, o grupo aprende a reconhecer microagressões no cotidiano de trabalho — e ganha ferramentas práticas para interrompê-las com respeito.

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