Novembro nas empresas

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Novembro chegou abrindo e fechando ciclos, trazendo a energia boa de quem já olha para o fim do ano, mas sem perder de vista tudo o que ainda pode ser transformado. Cada encontro reforçou aquilo em que acreditamos em Carlotas: quando criamos espaços de conversa, reflexão e acolhimento, abrimos caminho para relações mais humanas e para organizações que se movem com mais consciência e responsabilidade. 

Realizamos o primeiro encontro do Programa de Desenvolvimento de Liderança com a alta liderança da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, abrindo uma jornada de troca, consciência e fortalecimento das relações. O projeto combina encontros coletivos, onde vamos explorar diferentes dimensões do exercício da liderança com leveza, profundidade e reflexão, além de mentorias individuais, pensadas para apoiar cada diretora e diretor em seus desafios únicos, oferecendo ferramentas práticas e acolhimento para suas vivências reais do dia a dia.

Na Boehringer Ingelheim, iniciamos uma conversa aberta e sincera para a liderança sobre diversidade, equidade, inclusão e pertencimento (DEIP) e mitigação de vieses, relacionando esses temas às práticas diárias, ou seja, levar à compreensão de que pequenas atitudes, falas e comportamentos podem transformar o ambiente no qual estamos inseridos e influenciar pessoas à nossa volta.

A Tokio Marine contou com mais um encontro com o Grupo de Diversidade para apoiar, refinar e lapidar os projetos que cada um dos cinco grupos está desenvolvendo (Gênero, Raça e Etnia, Gerações, LGBTQIAP+ e Pessoas com Deficiência). Essa etapa representa a reta final de um trabalho estruturante de formação desse Grupo, que após elaborar e implementar a Semana da Diversidade (em setembro deste ano), o grupo irá apresentar os projetos desenvolvidos para uma banca avaliadora para que sejam analisados para implementação em 2026. 

Também na Tokio Marine, mediamos uma roda de conversa sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência. Levamos nosso parceiro Sonny Pólito, comunicador e sócio-fundador da New Inclue, startup que desenvolve soluções de atendimento personalizado para pessoas com deficiência e idosos no varejo, unindo inovação e impacto social.

Além das práticas inclusivas, Sonny trouxe uma sensibilidade profunda ao compartilhar sua experiência e, ao mesmo tempo, uma leveza ao exemplificar que a inclusão de pessoas com deficiência é uma prática diária e que temos desejos e necessidades comuns: autonomia, pertencimento, oportunidades e respeito, desmistificando a ideia de “limitação” e reforçando as inúmeras formas de impulsionar o potencial das pessoas com deficiência nas organizações.

Para apoiar a Servicenow (foto acima) em um momento de expansão e transição de liderança, realizamos uma ação de Team Building pensada especialmente para um time remoto, diverso em funções e com desafios de comunicação e conexão. Em uma experiência leve, interativa e cheia de significado, promovemos integração entre as subáreas, celebramos a nova estrutura, fortalecemos a clareza nos pedidos e exercitamos empatia e assertividade para lidar com situações desafiadoras. O encontro também abriu espaço para reconhecer papéis, valorizar as contribuições de cada pessoa e reforçar a colaboração como força central desse novo capítulo da área.

Já na Edenred, realizamos os últimos encontros de duas Trilhas de Desenvolvimento focadas na equidade de gênero:

No Programa ELAS (Trilha de Liderança Feminina), após trabalharmos a pauta de gênero nos negócios, autoconhecimento, autocuidado, protagonismo, sobrecargas emocionais, microviolências, comunicação empática, o papel da liderança e desenvolvimento, encerramos a trilha com um encontro potente, intimista e de celebração ao abordar a sororidade e ferramentas para atuar ativamente na equidade, ou seja, como colocar todo o conteúdo em práticas diárias de fortalecimento e transformação social.

Já na Trilha de Equidade de Gênero para Liderança, realizamos um encontro sincero com práticas e compromissos que promovem a equidade na atuação da liderança, ou seja, olhar para sua equipe mitigando os vieses de gênero, quebrando os estereótipos e as construções sociais que colocam homens e mulheres em caixas limitadas, potencializando as competências do time e abrindo espaço para o desenvolvimento equânime de todas as pessoas. 

Confesso que o time Carlotas está emocionado com estes encerramentos, mas ao mesmo tempo realizado de que pensamentos, comportamentos e perspectivas foram desafiadas e trazidas para o diálogo. Isso nos deixa com sentimento de missão cumprida porque sabemos que transformação social é um processo, e não uma ação pontual. 

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