Nesse mês de celebração ao dia das mães, deixaremos aqui a visão da mãe de Théo, Amanda Moreira, sobre a importância da Escola EMEI Almirante Sylvio de Magalhães Figueiredo e sua Professora Débora Carvalho na inclusão de seu filho. Dialogar sobre casos bem sucedidos nas escolas é lembrar que diversidade e inclusão é também reconhecer e valorizar a singularidade de cada indivíduo fornecendo meios para que pessoas de diferentes contextos obtenham as mesmas oportunidades e senso de pertencimento. Escrevemos sobre a história do Théo no artigo.
Somos imensamente gratos pela forma como todos(as) os(as) profissionais da escola conduziram o processo de inclusão do Théo.
Como mãe, posso dizer que havia uma grande preocupação nossa sobre como seria a inclusão do Théo, como seria a socialização, como se desenvolveria a comunicação, pois ele vocaliza poucas palavras.
Desde a reunião inicial conseguimos estabelecer uma parceria e comunicação com a professora Débora e com a escola que, com toda a certeza, trouxe benefícios a todos(as), mas principalmente ao Théo.
Pudemos acompanhar dia após dia os vínculos se fortalecerem. Ele se integrando e de fato fazendo parte da turma e da interação com os(as) amiguinhos(as)!
A escola participou ativamente da construção e implantação de prancha de comunicação (ele guarda até hoje a prancha com alimentos que a escola preparou para ele ❤️).
Prancha de Alimentos criada pela escola para o Théo
Algo muito legal e que merece muitos elogios, foi a atuação da professora Débora em explicar às crianças sobre autismo e de incentivar descobertas e interações em torno da diversidade e do respeito às diferenças.
Quando os(as) amiguinhos(as) me viam, vinham me explicar sobre autismo e sobre como eles(as) interagiam com o Théo. Isso para pais atípicos não tem preço!
O Théo desenvolveu formas de se comunicar e de ser compreendido pelos(as) amigos(as). Se expressou com alegria, com o olhar e gestos o quanto se sente bem na escola, e vocalizou em diversos momentos suas emoções como, por exemplo, com as palavras dele: “adadeDéba” (saudade da Débora, professora).
Somos muito gratos a cada um(a) da escola, por nos mostrarem que a inclusão é possível!! E que, muito além disso, construíram memórias afetivas e lembranças felizes para o Théo e que certamente contribuem para um olhar positivo dele sobre o ambiente escolar!
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Nasci em Curitiba e vim para São Paulo com poucos meses de vida. Atualmente divido a calmaria do campo com a agitação da cidade. Sou advogada de formação, entretanto, nunca me encaixei na advocacia litigante ensinada pelas faculdades. Fui para o campo da Justiça restaurativa e mediação de conflitos. Como consequência desses dois trabalhos, me formei em psicanálise. Trabalho em Carlotas com pessoas incríveis acolhendo as escolas e apoiando o jornal.
COMO TRABALHAMOS
Raça e Etnia
Letramento racial por meio da arte: do entendimento histórico às práticas antirracistas no trabalho. Reconhecidas com o Selo Igualdade Racial, apoiamos empresas a sair do discurso para a estrutura.
Preparamos times e lideranças para receber e desenvolver jovens diversos — do acolhimento à mentoria. Tema conectado ao nosso compromisso com o Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes.
Trabalhamos o capacitismo e a acessibilidade atitudinal com experiências de mudança de perspectiva. O grupo vivencia, conversa e aprende linguagem e práticas inclusivas para construir um ambiente onde todas as pessoas pertencem.
Riscos psicossociais explicados de forma clara e humana, à luz da nova NR-1. Rodas de diálogo, check-ins de bem-estar e práticas de cuidado que fortalecem uma cultura de saúde mental no trabalho.
Capacitamos voluntários com nossa abordagem lúdica para atuar com crianças, jovens e comunidades. Uma experiência que transforma quem recebe — e, como contam nossos clientes, também quem doa.
Letramento sobre identidades de gênero e orientações com arte e diálogo, sem julgamentos. Construímos juntos ambientes seguros, de respeito e pertencimento — na prática, não só no discurso.
Criamos um espaço seguro para uma conversa difícil: as diferenças entre assédio moral e sexual, os limites no dia a dia e os caminhos de escuta e denúncia. Prevenção com clareza, empatia e alinhamento às exigências da NR-1.
O S do ESG ganha vida com vivências sobre responsabilidade social e os 5Rs da sustentabilidade — com a nossa personagem Dona Terra. Conectamos práticas ambientais e sociais ao cotidiano de cada equipe.
Dados, histórias e diálogo facilitado sobre equidade: liderança feminina, maternidade, divisão invisível do trabalho. Signatárias dos WEPs (ONU Mulheres), levamos o tema do conceito à mudança de comportamento.
Por meio de vivências artísticas e provocações lúdicas, tornamos visíveis os atalhos mentais que todos carregamos. Em diálogo facilitado, o grupo aprende a reconhecer microagressões no cotidiano de trabalho — e ganha ferramentas práticas para interrompê-las com respeito.
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