Chegou a hora de repensar: somos mesmo “pessoas com deficiência”?

Chegou a hora de repensar somos mesmo pessoas com deficiência

Você já parou pra pensar no peso que as palavras carregam? A forma como nos referimos às pessoas pode reforçar estigmas ou promover inclusão. E quando falamos em “pessoas com deficiência”, será que estamos usando o termo mais adequado?

Vamos dar uma olhada nos termos que usamos?

No dia a dia, é comum ouvirmos:

  • Pessoa cega (deficiência visual)
  • Pessoa surda (deficiência auditiva)
  • Pessoa com mobilidade reduzida (deficiência física)
  • Pessoa no espectro autista (deficiência intelectual)

Percebeu que, na maioria das vezes, não usamos a palavra “deficiência” diretamente? Isso porque muitas pessoas preferem termos que destacam suas identidades e experiências, em vez de limitações.

E o cordão de girassol?

Você já viu alguém usando um cordão com estampa de girassol? Ele é um símbolo internacional para identificar pessoas com deficiências ocultas, como autismo, epilepsia ou doenças crônicas. No Brasil, foi oficializado pela Lei nº 14.624/2023. Mas é importante lembrar: o uso é opcional, e nem todo mundo se sente confortável em utilizá-lo.

Que tal pensarmos em “desabilidades”?

Inspirados por movimentos internacionais que adotam termos como “diversidade funcional”, que tal começarmos a usar “desabilidades”? A ideia é simples: em vez de focar no que falta, vamos valorizar as diferentes habilidades que cada pessoa possui. Afinal, muitas vezes, o que realmente precisa mudar é o ambiente e a sociedade, não a pessoa.

Bora ressignificar?

Mudar a forma como falamos é um passo importante para construir uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.

Vamos juntos nessa jornada?


Gostou do texto: “Chegou a hora de repensar: somos mesmo “pessoas com deficiência”?”

Leia também:

Resgate Inclusivo, Deficiências e Desastres Climáticos

COMO TRABALHAMOS

Raça e Etnia

Letramento racial por meio da arte: do entendimento histórico às práticas antirracistas no trabalho. Reconhecidas com o Selo Igualdade Racial, apoiamos empresas a sair do discurso para a estrutura.

COMO TRABALHAMOS

Empregabilidade de Jovens

Preparamos times e lideranças para receber e desenvolver jovens diversos — do acolhimento à mentoria. Tema conectado ao nosso compromisso com o Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes.

COMO TRABALHAMOS

Pessoa com Deficiência

Trabalhamos o capacitismo e a acessibilidade atitudinal com experiências de mudança de perspectiva. O grupo vivencia, conversa e aprende linguagem e práticas inclusivas para construir um ambiente onde todas as pessoas pertencem.

COMO TRABALHAMOS

Saúde Mental e Atualização NR-1

Riscos psicossociais explicados de forma clara e humana, à luz da nova NR-1. Rodas de diálogo, check-ins de bem-estar e práticas de cuidado que fortalecem uma cultura de saúde mental no trabalho.

COMO TRABALHAMOS

Voluntariado Empresarial

Capacitamos voluntários com nossa abordagem lúdica para atuar com crianças, jovens e comunidades. Uma experiência que transforma quem recebe — e, como contam nossos clientes, também quem doa.

COMO TRABALHAMOS

LGBTI+

Letramento sobre identidades de gênero e orientações com arte e diálogo, sem julgamentos. Construímos juntos ambientes seguros, de respeito e pertencimento — na prática, não só no discurso.

COMO TRABALHAMOS

Combate ao Assédio

Criamos um espaço seguro para uma conversa difícil: as diferenças entre assédio moral e sexual, os limites no dia a dia e os caminhos de escuta e denúncia. Prevenção com clareza, empatia e alinhamento às exigências da NR-1.

COMO TRABALHAMOS

ESG | Sustentabilidade

O S do ESG ganha vida com vivências sobre responsabilidade social e os 5Rs da sustentabilidade — com a nossa personagem Dona Terra. Conectamos práticas ambientais e sociais ao cotidiano de cada equipe.

COMO TRABALHAMOS

Equidade de Gênero

Dados, histórias e diálogo facilitado sobre equidade: liderança feminina, maternidade, divisão invisível do trabalho. Signatárias dos WEPs (ONU Mulheres), levamos o tema do conceito à mudança de comportamento.

COMO TRABALHAMOS

Vieses Inconscientes e Microagressões

Por meio de vivências artísticas e provocações lúdicas, tornamos visíveis os atalhos mentais que todos carregamos. Em diálogo facilitado, o grupo aprende a reconhecer microagressões no cotidiano de trabalho — e ganha ferramentas práticas para interrompê-las com respeito.

Se quiser saber mais sobre nossos projetos ou se tiver interesse em contribuir de alguma forma com conteúdo alinhado ao nosso propósito ou ideias, envie-nos uma mensagem que entraremos em contato com você o mais rápido possível!.