“Tolerância é respeito, aceitação e valorização da rica diversidade das culturas do nosso mundo, das nossas formas de expressão e das nossas maneiras de ser humano.” Declaração de Princípios sobre a Tolerância da UNESCO de 1995.
Atualmente dialogamos muito sobre intolerância seja no trabalho, na escola, nas famílias, enfim, em todos os contextos em que as relações humanas estão presentes. Intolerar, infelizmente, tem se tornado parte dos nossos relacionamentos, trazendo a sensação de que esse comportamento seria o “novo normal”.
E a tolerância?
Em 1996, a Assembleia Geral da ONU adotou a Resolução 51/95, proclamando o dia 16 de novembro como o Dia Internacional da Tolerância.
A Declaração afirma que a tolerância não é indulgência nem indiferença, mas sim o respeito e a valorização da rica diversidade das culturas do nosso mundo, das formas de expressão e das maneiras de ser humano. A tolerância reconhece os direitos humanos universais e as liberdades fundamentais de todas as pessoas. Como os seres humanos são naturalmente diversos, somente a prática da tolerância pode garantir a convivência e a sobrevivência de comunidades plurais em todo o planeta.
Diante disso, vale refletir: quais ações relacionadas à tolerância sua empresa ou escola promove?
O programa Explore Carlotas busca justamente fortalecer esse valor nas relações cotidianas, desenvolvendo ações que incentivam a empatia, o respeito e a convivência saudável entre as pessoas.
Esses princípios são trabalhados por meio de projetos e materiais que abordam temas como:
- Cultura de paz e não violência, promovendo o diálogo e a escuta ativa como caminhos para resolver conflitos;
- Inclusão e diversidade, valorizando as diferenças como potências coletivas;
- Não discriminação, incentivando atitudes éticas e respeitosas em todos os ambientes.
Falar sobre tolerância é, portanto, falar sobre convivência, humanidade e responsabilidade coletiva. É um exercício diário, que começa em cada um de nós. É escolher, diante da diferença, o caminho do diálogo em vez do julgamento. É compreender que o outro não precisa ser igual para ser respeitado.É reconhecer que pequenas atitudes cotidianas são passos fundamentais para construir um mundo mais justo e solidário.
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