Gabi é meio dançarina meio unicórnio

Gabi é gliter, cor-de-rosa e muita dança
Tenho a sensação que uma hora dessas, quando encontrar a Gabi, ela vai estar ao lado de um unicórnio, com um arco-íris em volta e uma chuva de gliter. Sempre sorrindo, só vê o mundo cor-de-rosa. Pode ser de tutu com sapatilhas na música clássica. Ou de fusô e tênis no hip-hop. Até de traje árabe dançando as 1001 noites. Ela é meio dançarina meio unicórnio.

É como se ela tivesse um super poder de dançar os problemas para fora. Ao menor sinal de perigo, ela musicaliza a situação e sai rodopiando para tomar distância, desvia dos golpes com um pliè ou um cambré e salta dos obstáculos com um jeté.
Tudo isso sorrindo, é claro.

Mas não pense que ela não fica brava. Ela fica muito brava. Dá para ver na cara dela subindo o sangue e um terrível “joça” vem para explodir toda a raiva dela. É de dar medo. Nessa hora, até o unicórnio se afasta. Dura assim uns… 7 segundos. E tudo volta a ficar cor-de-rosa, o gliter volta a brilhar e a música volta a tocar na sua cabeça, e aí vai ela dançando para lá e para cá.


Gostou do artigo: “Gabi é meio dançarina meio unicórnio”?
Leia também:

Dona Terra volta com um conto novo no meio da pandemia

Se quiser saber mais sobre nossos projetos ou se tiver interesse em contribuir de alguma forma com conteúdo alinhado ao nosso propósito ou ideias, envie-nos uma mensagem que entraremos em contato com você o mais rápido possível!.