Todo ano, aqui em Carlotas, promovemos conversas profundas, necessárias e transformadoras, e 2025 não foi diferente.
Em um cenário em que DEI, saúde mental e educação se tornam temas cada vez mais centrais para empresas e instituições, escolhemos seguir fazendo aquilo que acreditamos: promover encontros que ampliam repertórios, fortalecem vínculos e convidam a repensar como nos relacionamos.
Ao longo do ano, reunimos profissionais, especialistas, jovens, lideranças e organizações para discutir assuntos urgentes, do racismo estrutural à equidade de gênero, da saúde mental às atualizações da NR-1, da relação entre algoritmos e violência até os desafios da empregabilidade de jovens em situação de vulnerabilidade.
Esses diálogos reforçam um dos pilares de Carlotas: transformar o mundo pelas relações.
A seguir, você encontra um panorama dos encontros que marcaram o ano. Cada conversa traz dados, histórias reais e caminhos possíveis para promover ambientes mais seguros, diversos e humanos, no trabalho, na escola e na sociedade.
Empregabilidade de Jovens: a força da inclusão produtiva / Ministério Público com Maximiliano Rosso e Lelio Ferraz de Siqueira Neto
Iniciamos o ano falando sobre políticas públicas, direitos e os desafios estruturais que impactam jovens no Brasil. Os promotores trouxeram dados contundentes, mostrando como oportunidades de trabalho são fundamentais para romper ciclos de vulnerabilidade.
Empregabilidade de Jovens: a força da inclusão produtiva / Jovens Participantes com Larissa dos Santos e Victória da Silva
Quando abrimos espaço para quem vive a experiência, outras camadas aparecem. Elas falaram sobre barreiras sociais, sonhos, autonomia e sobre como iniciativas de inclusão produtiva transformam vidas de verdade.
Empregabilidade de Jovens: a força da inclusão produtiva / Empresas Parceiras com Camila Furtado e Nathalia Tupinambá
Grandes organizações dividiram práticas e aprendizados sobre programas de estágios, aprendizagens e contratações inclusivas. Uma conversa essencial para empresas que buscam fortalecer sua estratégia de DEI com impacto real.
Equidade Racial: caminhos para ambientes mais justos com Guibson Tôrres e Paula Batista
Falamos sobre racismo estrutural, vieses, reparação histórica e sobre a responsabilidade das organizações na construção de ambientes antirracistas. Uma conversa urgente para quem deseja promover equidade racial além do discurso.
Algoritmos, Tecnologia, Juventude e Violência com Gabriele Costa
Nessa conversa, entendemos como sistemas algorítmicos impactam corpos racializados, criam riscos e ampliam desigualdades. Uma reflexão essencial para empresas que lidam com tecnologia e tomada de decisão automatizada.
Da Minha Cor com Maurício Delfino
Uma narrativa sensível sobre identidade, pertencimento e as memórias que moldam a experiência racial no Brasil.
Diversidade Geracional com Mórris Litvak
Falamos sobre o encontro (e o desencontro) de até cinco gerações convivendo no mesmo ambiente de trabalho. Dicas práticas surgiram para fortalecer a colaboração intergeracional e reduzir conflitos.
Equidade Salarial de Gênero — com Renata Mendes
Renata trouxe dados, políticas e práticas que ajudam empresas a identificar desigualdades e construir ambientes que valorizam o mérito e a equidade.
Saúde Mental e as Atualizações da NR-1 com Flávia Vianna, Marcela Vavassori e Lilian Ferrari
Um dos bate-papos mais essenciais do ano. Falamos sobre riscos psicossociais, exigências legais e o papel das instituições na promoção de ambientes emocionalmente seguros. Tema crucial para hospitais, empresas e qualquer organização que coloca pessoas no centro.
Empatia e Conexão com Álvaro Lages
Reflexões sobre comunicação, escuta ativa, vínculos e a potência das relações humanas. Uma conversa que nos lembrou que empatia é prática — e transforma.
Medida Socioeducativa e Vínculos com Gabriela Latorraca
Gabriela, presidente do Instituto Mundo Aflora, reforçou a importância de políticas públicas baseadas em evidências e trouxe narrativas potentes sobre meninas e adolescentes em medida socioeducativa. Uma fala que ilumina caminhos de cuidado, dignidade e reinserção social.
Por que esses diálogos importam?
Porque empresas e escolas têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa.
Porque fortalecer a cultura de cuidado, a diversidade e a inclusão reduz riscos, aumenta pertencimento e melhora desempenho.
E porque toda transformação começa pelo que nos move: as relações.
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