Uma reflexão da Paula Roosch sobre cultivar a empatia

Não sei se você já percebeu como deixamos o “resto” da nossa melhor disposição para aquelas pessoas que mais amamos, com uma frequência maior do que gostaríamos… não são poucos os exemplos de quando isso acontece:

Às vezes chegamos em casa cansados e trocamos poucas palavras durante a refeição.
Nos acostumamos a não abraçar direito em um bom dia ou boa noite.
Perdemos a paciência com maior facilidade ou descontamos alguma coisa que nos incomoda.
Demoramos mais do que o normal para responder uma mensagem a alguém querido que faz um desabafo…

Não são poucos os exemplos porque isso acontece. Ficamos tão mergulhados nos nossos pensamentos e no nosso mundo interno, que não fazemos o esforço suficiente para demonstrar o nosso amor.

E isso é ainda mais comum com quem temos mais intimidade, porque achamos que a pessoa vai nos perdoar e tem a obrigação de entender o nosso lado… acabamos nos esquecendo com muita frequência de estender o olhar empático, apesar de cobrarmos isso de quem amamos.

Existem muitos motivos que explicam porque nos tornamos menos empáticos – ou até apáticos! Alguns hábitos da indiferença nos fazem ter reações automáticas com quem convivemos e muitas vezes nem nos damos conta de que magoamos o outro.

Pensar no outro exige um esforço que vai contra o nosso ego e é particularmente mais difícil depois de um dia exaustivo. Surgiu o pensamento durante esse texto de que “fulano” faz isso contigo? Pois olha o ego aí. A reflexão começa pela gente.

Apesar do esforço necessário, temos que nos lembrar de que quanto mais amor doarmos, mais teremos de volta. E isso ajuda a melhorar nossa vida como um todo!

Cultivar bons hábitos impactará todo o restante da nossa rotina: o da empatia e do amor ao próximo, através de gestos verdadeiros.

Abrace. Sorria, Olhe nos Olhos. Ouça. Não julgue. Cumprimente. Ofereça empatia. Troque palavras de carinho. Seja positivo. Elogie. Conte histórias bonitas. Gargalhe junto. Importe-se. Ajude. Agradeça. Faça uma prece. AME. AME muito.

* Foto da capa por Andre Hunter.


Gostou do artigo: “Uma reflexão da Paula Roosch sobre cultivar a empatia”?
Leia também:

Empatia e Cyberbullying uma reflexão urgente onde precisamos envolver todos

COMO TRABALHAMOS

Raça e Etnia

Letramento racial por meio da arte: do entendimento histórico às práticas antirracistas no trabalho. Reconhecidas com o Selo Igualdade Racial, apoiamos empresas a sair do discurso para a estrutura.

COMO TRABALHAMOS

Empregabilidade de Jovens

Preparamos times e lideranças para receber e desenvolver jovens diversos — do acolhimento à mentoria. Tema conectado ao nosso compromisso com o Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes.

COMO TRABALHAMOS

Pessoa com Deficiência

Trabalhamos o capacitismo e a acessibilidade atitudinal com experiências de mudança de perspectiva. O grupo vivencia, conversa e aprende linguagem e práticas inclusivas para construir um ambiente onde todas as pessoas pertencem.

COMO TRABALHAMOS

Saúde Mental e Atualização NR-1

Riscos psicossociais explicados de forma clara e humana, à luz da nova NR-1. Rodas de diálogo, check-ins de bem-estar e práticas de cuidado que fortalecem uma cultura de saúde mental no trabalho.

COMO TRABALHAMOS

Voluntariado Empresarial

Capacitamos voluntários com nossa abordagem lúdica para atuar com crianças, jovens e comunidades. Uma experiência que transforma quem recebe — e, como contam nossos clientes, também quem doa.

COMO TRABALHAMOS

LGBTI+

Letramento sobre identidades de gênero e orientações com arte e diálogo, sem julgamentos. Construímos juntos ambientes seguros, de respeito e pertencimento — na prática, não só no discurso.

COMO TRABALHAMOS

Combate ao Assédio

Criamos um espaço seguro para uma conversa difícil: as diferenças entre assédio moral e sexual, os limites no dia a dia e os caminhos de escuta e denúncia. Prevenção com clareza, empatia e alinhamento às exigências da NR-1.

COMO TRABALHAMOS

ESG | Sustentabilidade

O S do ESG ganha vida com vivências sobre responsabilidade social e os 5Rs da sustentabilidade — com a nossa personagem Dona Terra. Conectamos práticas ambientais e sociais ao cotidiano de cada equipe.

COMO TRABALHAMOS

Equidade de Gênero

Dados, histórias e diálogo facilitado sobre equidade: liderança feminina, maternidade, divisão invisível do trabalho. Signatárias dos WEPs (ONU Mulheres), levamos o tema do conceito à mudança de comportamento.

COMO TRABALHAMOS

Vieses Inconscientes e Microagressões

Por meio de vivências artísticas e provocações lúdicas, tornamos visíveis os atalhos mentais que todos carregamos. Em diálogo facilitado, o grupo aprende a reconhecer microagressões no cotidiano de trabalho — e ganha ferramentas práticas para interrompê-las com respeito.

Se quiser saber mais sobre nossos projetos ou se tiver interesse em contribuir de alguma forma com conteúdo alinhado ao nosso propósito ou ideias, envie-nos uma mensagem que entraremos em contato com você o mais rápido possível!.