Junho chegou trazendo um tema que está no coração de Carlotas: Empatia. Para celebrar este mês, dialogamos sobre Experiência Empática, explorando como a arte e as vivências práticas podem despertar novos olhares, aproximar pessoas e gerar transformações significativas.
“Empatia é uma ação, precisa de intenção”
— Juliana Pflaumer
Fabiana Gutierrez e Carla Douglass, sócias de Carlotas conversaram com Juliana Pflaumer e Mitzi Evelyn, cofundadoras da Interaction Experience, metodologia criada no Reino Unido e trazida ao Brasil com o objetivo de promover mudanças de comportamento por meio de experiências reais e participativas.
Ao longo da conversa, elas compartilham como surgiu essa abordagem e porquê ela tem se mostrado tão eficaz para promover reflexões, desenvolver habilidades e gerar mudanças de comportamento em organizações e equipes.
“Empatia é resumida por escuta, lugar de se permitir a troca”.
— Mitzi Evelyn
O Experiential Learning parte do princípio de que aprendemos melhor quando vivenciamos situações concretas. A metodologia é conduzida por um facilitador e se estrutura em quatro etapas que transformam a experiência em aprendizado significativo.
Juliana destaca um dos grandes desafios presentes nas organizações: como trazer conversas difíceis para a mesa de forma segura e produtiva? É justamente nesse ponto que a metodologia se mostra potente, criando espaços de troca e reflexão que favorecem o aprendizado coletivo.
“Como trazer conversas difíceis para a mesa’?
‘Como lidar com sua inteligência emocional em conversas difíceis’?
— Juliana Pflaumer
Durante o bate-papo, Juliana e Mitzi assumem o papel de atrizes e encenam uma situação comum em uma agência de comunicação. A cena convida o público a observar não apenas o que é dito, mas também as linguagens não verbais, os silêncios e as dinâmicas presentes nas relações. Esse exemplo é um pouco do que a Interaction Experience oferece para empresas e instituições que querem desenvolver algum ponto.
Outro aspecto fundamental da metodologia é o cuidado com a cultura organizacional. Antes de qualquer intervenção, é realizado um diagnóstico para compreender as principais dores e desafios da empresa. A partir desse mapeamento, são criadas situações que funcionam como um espelho da realidade, permitindo reflexões profundas sem expor pessoas ou situações específicas.
Além disso, as convidadas apresentam dados que demonstram a força da aprendizagem experiencial, quando comparada a metodologias mais tradicionais, como palestras e seminários, apresenta índices significativamente maiores de retenção do conhecimento e aplicação prática do aprendizado.
Um encontro inspirador para quem acredita que aprender vai muito além de escutar.
Quer saber mais? Assista ao bate-papo na íntegra abaixo:
Ou ouça a versão podcast aqui no Spotify:
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