Março chega sempre como um convite potente à reflexão. Impulsionado pelo Dia Internacional da Mulher, o mês nos lembra da importância de olhar com mais atenção para as relações, as oportunidades e os espaços que construímos dentro e fora das empresas.
Mais do que uma data comemorativa, este é um momento de ampliar conversas sobre equidade de gênero de forma genuína e contínua. Nas organizações, isso significa ir além de ações pontuais e caminhar para uma transformação cultural: rever práticas, questionar padrões, criar espaços seguros de escuta e garantir que todas as pessoas tenham acesso real às mesmas oportunidades de desenvolvimento e crescimento.
E, para isso, iniciamos uma conversa empática e sensível na Copa Energia (foto acima), empresa que vem atuando ativamente na promoção da equidade. Falamos sobre quebra de estereótipos, sobrecarga emocional, saúde mental, a importância da independência financeira das mulheres, sororidade e, principalmente, sobre como construir redes de apoio e fortalecimento feminino.
No Bradesco, avançamos na construção de um relatório de mapeamento sobre o conhecimento, as percepções e as vivências relacionadas ao Programa de Diversidade no time de Pessoa Física. Consolidamos respostas da liderança e das equipes, antes e depois da participação em uma jornada formativa sobre o tema. Esse trabalho traz insumos valiosos para compreender a efetividade da jornada, identificar os temas mais demandados e evidenciar os principais desafios. A partir disso, o banco passa a contar com informações mais assertivas para fortalecer sua atuação em Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP).
A Tokio Marine contou com um encontro com seu Grupo de Diversidade, formado por pessoas engajadas e comprometidas com a promoção de mudanças. Neste momento, abordamos os papéis e responsabilidades do grupo e de seus sponsors, além de conceitos-chave, princípios direcionadores e um glossário estruturado sobre o tema. Este foi o segundo encontro de uma jornada que seguirá ao longo do ano. Estamos animadas com essa construção coletiva.
Seguimos com a certeza de que cada passo em direção à equidade transforma não só as organizações, mas também as relações que sustentam o nosso dia a dia. Que março seja mais do que um marco, que seja um movimento contínuo.
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